VALE A PENA TER UM VIBRADOR? ENTENDA TUDO AQUI

Está pensando em adquirir um vibrador? Saiba que ele “salva casamentos”. Então, possivelmente, está valendo a pena. No entanto, vamos conhecer situações inusitadas envolvendo esse cobiçado aparelhinho.

A história a seguir ocorreu na Inglaterra. Ao dirigir e utilizar o vibrador ao mesmo tempo, uma mulher gerou um acidente. Muito excitada e totalmente entregue ao momento, acabou perdendo o controle do carro. E aconteceu o previsível: o carro dela bateu em uma van que estava parada.

Todo o acontecido foi flagrado, segundo o jornal Mirror, pela câmera de segurança da localidade, que revelou a mulher saindo do veículo com o vibrador na mão, no estilo Rabbit (coelho) de cor rosa, e suspendendo a sua calça.

Felizmente não houve nada grave. E devemos concordar que deve ter valido a pena… a excitação foi tanta que ela perdeu a direção. E, desde que nada sério acontecesse, não seria uma má ideia aderir essa prática nesse trânsito estressante do Brasil. Acalmaria os ânimos e, de quebra, proporcionaria prazer.

Vibradores: o que é e como ele funciona.

Como próprio nome diz, ele é utilizado para vibrar algo (produto ou mistura). Ele serve para “espessar o concreto injetado”, na construção civil; já na medicina, ele é utilizado na preparação de alguns remédios.

Mas como o tema aqui é sexualidade… ele é lembrado nos momentos em que se pensa na estimulação sexual. O aparelho pode ter diversos tamanhos, modelos e cores, e pode até “salvar casamentos”.

O estímulo feminino, nas relações sexuais, pode ser facilitado com uso de um desses aparelhos. É a promessa do We-wibe, um vibrador dos Estados Unidos que custa US$ 105 (cerca de R$ 392) e funciona como um drone vibrador, pois deixa as mãos livres para realizar o que mandar a criatividade.

Conforme a edição americana da revista “Vanity Fair”, 4 (quatro) milhões de unidades já foram vendidas nos EUA para serem usadas por casais.

Por esse motivo, dois engenheiros canadenses que são casados produziram vibradores com um design todo especial. O compromisso é de que o produto seja “a melhor alternativa para salvar casamentos”. Os terapeutas devem tomar cuidado, hein?!

A empresa We-Wibe pretende alcançar o nicho de mercado composto pelos homossexuais que vivem em casal, pois é um público que consome 70% das vendas dos brinquedinhos eróticos nos EUA, o que evidencia o quanto essa galera curte muito um vibrador.

Hoje, como qualquer outro gadget, os vibradores íntimos são expostos em eventos de tecnologia. A recorrente e ousada presença desse sex toy não tem nada a ver como o seu conceito primitivo. Criado por um britânico, o vibrador elétrico era utilizado para tratar diversas inquietações nervosas, principalmente a histeria.

Eram realizadas “massagens” nas genitais das mulheres. Com isso, os médicos tinham o objetivo de provocar o “paroxismo histérico”, conhecido hoje como orgasmo.

O que se esperava era um efeito clínico favorável. Após alguns gemidos e gritos, as pacientes se acalmavam. Os sinais da agitação nervosa passavam por algum tempo, pelo menos.

O vibrador elétrico começou a sair dos consultórios e, no final do século XX, chegou ao público geral. O slogan da campanha era “toda a natureza pulsa e vibra com a vida”.

Foram atribuídas ao aparelhinho variadas funções ao longo do tempo: de assistenciais para perda de peso à acessório para massagem. Ideias feministas, somadas a força da televisão, contribuiu para popularizar o vibrador enquanto brincadeira sexual.

Com tudo isso, acredito que seja uma boa adquirir um vibrador, seja para usar acompanhada ou sozinha… Porém, para que nada dê errado, vale lembrar um detalhe: use o brinquedinho antes de pegar o volante, combinado?

Curtam bastante e até mais!